Distribuidor Exclusivo:

Desde 1965 a J. P. Martins Aviação dedica-se ao ramo aeronáutico, desde a venda de aeronaves novas e usadas até a manutenção e venda de peças. Tudo isso,  graças ao seu fundador Jeremias de Paula Martins, um jovem empreendedor, guerreiro e apaixonado pela aviação.

 

Em 50 anos de história a empresa consagrou- se como o principal distribuidor Piper Aircraft, Inc., e o principal distribuidor de peças e produtos aeronáuticos, tendo um centro de manutenção em São Paulo e uma estrutura ampla em seu departamento de peças, que concentra o maior estoque de produtos a pronta entrega e filiais em Goiânia e em Londrina, capazes de atender todas as regiões do país.

 

Atendemos toda a linha de aeronaves Piper e os seguintes fabricantes: Embraer,  Neiva, Gulfstream Commander e Mcdonnell Douglas Helicopter. Também fazemos revisão geral dos motores Continental e Lycoming e dos acessórios Kelly, Lamar e Unison.

 

Todos os profissionais do departamento de manutenção são treinados diretamente pelos fabricantes e estamos homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC sob o número 6612-02/ANAC nos Padrões C2 – D2 – D3 – F3.

“O avião nasceu no meu sangue”

“Eu nunca pensei em ser o melhor e o maior. Eu procuro fazer o correto no meu negócio”

JEREMIAS DE PAULA MARTINS

Nascido em 01 de janeiro de 1931, Jeremias de Paula Martins sempre foi apaixonado por aviões. O seu primeiro voo foi aos 8 anos, em 1939, num Piper J3. Naquela época ele sequer imaginava que seria o principal vendedor Piper de todos os tempos e hoje daria o seu nome ao principal distribuidor Piper Aircraft no Brasil.

 

Aos 12 anos Jeremias era frequentador assíduo do aeroclube de Jaboticabal, a sua cidade natal, e amigo dos instrutores do aeroclube, que o levavam para voar durante o dia.

 

A paixão por aeronaves era tão grande, que os seus pais temendo que o filho continuasse com aquele “loucura”, o internaram num colégio interno quando ele tinha apenas 13 anos.

 

Um ano após, Jeremias voltou para casa, mas infelizmente por uma má notícia, a sua mãe estava muito doente e havia sido operada. Ela faleceu logo em seguida.

 

A distância do campo de aviação não foi o suficiente para o jovem garoto esquecer a sua paixão e logo voltou a voar, mas o seu pai, muito preocupado, o enviou de volta para o colégio interno em 1945.

 

Um ano depois, Jeremias volta para a casa porque o pai havia casado novamente, foram muitas brigas desde então, até que Jeremias desistiu de voar e quis seguir a sua vida de outra maneira. Foi para São Paulo, em 1949, estudar Direito. Conseguiu um emprego num escritório de advocacia durante este período, mas no ano de sua formação em 1955, ele saiu da empresa e nunca mais quis trabalhar como advogado. Aos 24 anos, ele era um advogado formado e sem dinheiro.

 

Aos 28 anos ele se casou, decidiu aprender a pilotar e tirou o seu brevet. Nesta época, inicia-se a fase vendedora de Jeremias. Ele decidiu comprar um avião para revender, sem ter como pagar, mas convenceu o dono do avião que o pagaria em 10 parcelas. Ele cumpriu o acordo até sétima parcela, pois o avião teve que parar para fazer a manutenção e ele não podia arcar com as despesas. Jeremias, então, devolveu o avião e ficou sem trabalho.

 

Para retomar a sua vida, ele foi convidado por dois amigos a abrir uma empresa de locação de veículos. Eles começaram a trabalhar com apenas 3 carros e 3 peruas. Em menos de 2 anos, em 1961, antes de Brasília ser inaugurada, eles mantinham uma frota de 57 carros. Era sucesso absoluto. Entretanto, um acidente marcou a vida de todos, o sócio majoritário da empresa faleceu num acidente de carro e como ele não tinha herdeiros, a empresa fechou e Jeremias viu-se mais uma vez desempregado. 

 

Ele colocou a família na perua velha e voltou para São Paulo. Foram morar numa casa doada pelos sogros. Vendeu a perua e o dinheiro durou só 2 meses.

 

Com a ajuda de um amigo, retomou a sua carreira na aviação. Conseguiu um financiamento e colocou um avião para vender. Com o lucro deste avião, Jeremias iniciou a sua fase de conquistas e nunca mais parou. Foi nomeado representante da Neivion até o seu fechamento, passou a vender Cessna até comprar a companhia Aero Mercantil, em 1965, que deu início a J. P. Martins Aviação, aos 34 anos.

 

A venda de aeronaves Piper deu-se neste período, quando um brasileiro que trabalhava na Piper o indicou para a empresa. Jeremias não conhecia muito bem a marca. No Brasil eles vendiam pouco.

 

Ao nomear a J. P. Martins como representante, a Piper exigiu uma previsão de vendas e Jeremias, sem conhecer a marca muito bem, chutou um número qualquer, disse que venderia 12 aeronaves naquele ano.  Com esta previsão, ele surpreendeu os americanos, pois eles tinha vendido 1 avião apenas no ano anterior.

 

Já no primeiro mês, Jeremias vendeu os 12 aviões cumprindo a sua meta anual.

 

Inicialmente a Piper nomeou a J. P. Martins Aviação como representante em São Paulo e dois anos depois, expandiu as regiões para o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

A partir de 1968 tornou-se representante exclusivo.

 

Em seguida a Piper fez um acordo com a Embraer que passou a produzir as aeronaves aqui no Brasil e logo se tornou distribuidor, tornando a J. P. Martins, um dealer.

 

Apesar da perda da exclusividade, a J. P. Martins manteve-se líder de vendas e a Embraer desistiu do acordo com a Piper e cancelou o contrato, deixando de fabricar as aeronaves no Brasil. Com isso a J. P. Martins voltou a ser representante exclusivo e é assim até hoje.

 

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